O que fazer para que esse desejo se satisfaça em nossos corpos distantes? O que é preciso para que eu te mostre o gosto do meu eu quando estou longe de ti amor meu? Quem sabe eu me faça uma mulher safada e de vontades vadias quando me lembro de nós... É que hoje, aqui à sós eu passo à te querer um pouco mais e o meu trepar contigo é algo que incendeia o corpo, a veia...A minha voz! Dorothy de Castro
O cheiro dela fica mais agridoce que uma comida exótica que ela havia pre parado pra ele naquele ultimo dia...Ah, esses cheiros se misturando em suas narinas...o perfume doce que ela usa ainda o chama sem qualquer pudor... O ladrilho do chão parece que mostra em seu brilho a imagem da sua vulva sem a calcinha preta enfiada no rabo branco de mulher gostosa... Que agonia, que vontade de pegá-la pelas ancas, assim de quatro como gostavam de fazer e foder com ela até esgotarem suas forças...Sente o membro latejando e doendo de tanto tesão...quase sem perceber goza uma, duas, vezes alucinado, louco desesperado porque ela não está ali...
E pode até ser irracional, talvez um desejo animal, aquela coisa de lamber e se embrenhar nos meios das pernas da sua mulher...sua mulher,só sua... Saber que o corpo dela ainda guarda as sensações da ultima cópula. Um corpo minado prestes à explodir quando tocado por ele... e de repente sente o cheiro de fêmea que ela tem tão acentuado e se joga na cama olhando para o retrato dela....Satisfeito, no sexo solitário que a lembrança dela lhe proporcionara...Linda Foda! Dorothy de Castro
Eu tenho olheiras fatais e tenho mais... Um jeito de tirar a roupa Uma voz rouca... Gostinho danado De beijo suado... Mão que não para E uma cara... De onça matuta De mulher puta... Beijo no espelho Sinto o joelho... Onde me esfrego Quando me entrego... Língua entre os dentes Nós indecentes... No chão na cama Você me ama?... Dorothy de Castro